24 de abril de 2009

NYC 2009 - STOMP

Acabei de chegar do show e a vontade que eu tenho é de sair batucando tudo que aparecer pela frente - janelas, latas, panelas, paredes...


Que show legal!!!!


Não é só um show de percussão - na verdade, são várias esquetes, cada uma com um tema e com "instrumentos" diferentes.


Tem personagens também: o cara introvertido, o maluco, o engraçado. Não sei o quanto tem de improviso no show, mas tem uma cena do maluco imitando uma... bem.. não vou estragar a surpresa. Mas é de morrer de rir!


Vale muito a pena ver de perto. Eu já tinha visto os DVDs, mas vê-los ao vivo é outra experiência.


Quando for comprar os ingressos, tente ficar nas cadeiras ímpares (1, 3, 5, 7, 9, 11) da fila J. Ficam logo depois de um pequeno corredor, então a quem está na frente não atrapalha tanto. Nós ficamos na fila K, poltronas 9 e 11, mas, por sorte (ou porque não vendem), a fila J só tinha 2 pessoas.


Veja como é o teatro clicando aqui.


Se você tem problema com poeira, alergia, usa lentes ou coisa parecida, evite ficar nas primeiras filas.


O teatro é bem pequeno e a visão é ótima de qualquer lugar (menos nas poltronas mais baratas, de U$ 40,00). Mas se não quiser ficar olhando pra cima, talvez seja bom evitar também as primeiras filas.


Não pode tirar foto lá de dentro, mesmo antes ou depois do show. Não pague o mico de ter sua máquina verificada pelo pessoal da produção. Eles pegam a máquina e apagam as fotos na hora.


Também não permitem comer ou beber lá dentro, a não ser a água carésima que vendem (U$3.00 uma garrafinha). Então beba e coma antes. Aproveite que o bairro é cheio de restaurantes, lanchonetes e bares pra fazer um lanchinho pré show. Tem um monte de restaurantes japoneses, Starkbucks, Dunkin Donuts, além do Pommes Frites, sobre o qual já postei aqui.


Se precisar, aproveite também para usar o banheiro no andar de cima do teatro.


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23 de abril de 2009

NYC 2009 - Filene`s Basement, Jacks, Payless Shoes, The Container,

Hoje foi um dia de andanças:

- Resolvi comprar um par de sapatos confortáveis e achei no Google a loja Payless Shoesource.
O Bruno não achou o tênis que queria na numeração certa, então perguntou para a vendedora se ela teria em estoque. Ela consultou no sistema, viu que tinha em outra loja e nos deu um cupom de U$ 3.00 para comprar lá. Resultado: compramos 4 pares (não do mesmo tênis, claro...)!
Três sapatos para mim e o tênis do Bruno. Hihihi!
Somando com outra promoção (a partir do segundo par, 50% de desconto), pagamos só U$ 75.00. Acho que com esse valor, eu comprava só um parzinho lá em Brasília.
A loja tem diversas filiais pela cidade.

- Filene`s Basement: loja de roupas com descontos. Não tem tanta coisa quanto à Century 21, mas também não tem a quantidade de gente e o atropelo insano. A loja é ampla, tem onde provar a roupa sem pressa, dá pra ficar olhando com calma. Achei várias roupas que eu compraria se tivesse com mais folga de grana, mas como não estou "assim precisando" deixei pra lá. Blusas, calças, saias, camisas, ternos, calças sociais, acessórios, vestidos, roupa de cama, coisinhas pra casa - tem de tudo um pouco. Tem também coisas de marca, tipo Calvin Klein ou Vera Wang. Não vi nada de Dolce e Gabana e essas outras marcas mais chiques.
Pra se ter uma idéia, comprei uma calça CK de linho por U$19.99 (preço original U$ 98.00).

- Jack`s 99 Cents Store: equivalente melhorada das nossas lojas de 1,99. Só que a Jack`s é maior e, portanto, a chance de você comprar mais tranqueira também aumenta. As coisas são de qualidade bem inferior, então não achei que tivesse nada que valesse a pena.

- The Container Store: ainda bem que não moro em NYC!! Senão ia ficar doida com essa loja. Tem tudo que você precisa pra organizar uma casa - e barato! Um conjunto de 10 cabides forrados com camurça, super reforçado, sai por U$9.99. No Brasil, já comprei vários cabides vagabundos por esse preço. Caixas, cestos, gavetas, prateleiras, de todos os tamanhos, forrados com tecido, feitos de madeira ou pintados. Cabideiros, porta-revistas, porta-condimentos, ganchinhos e ferramentas. Aff!
Acabei comprando um negócio que estava precisando mesmo: um porta papel toalha magnético (eu não tenho paredes na minha cozinha, então preciso pendurar as coisas na escada, que é metálica), além de ganchinhos para organizar os fios dos computadores.
Se você gosta de caixinhas como eu, vai adorar a loja. Tem de todos os tamanhos, para todos os usos e são umas graças, além de baratas.

- Dunkin`Donuts: tem no Brasil, mas o daqui é muuuuuito mais gostoso. Pelo menos o Double Chocolate Cake. Hmmm!


- Demos mais uma passada na BH pra comprar umas coisinhas que faltaram (uma bolsa para câmera e um adesivo pra proteger o LCD). Como hoje (quinta) a loja estava bem mais vazia, achei ela mais agradável. Deu até pra reparar como os vendedores (todos" judeuzaços", com o quipá - aquele chapeuzinho -, barba e tal) são simpáticos, atenciosos e sabem do assunto.
Tá na dúvida? Pergunta. Pode ter certeza que eles não vão te empurrar nenhum produto e vão tentar esclarecer tudo o que você quiser sobre o equipamento.
Aliás, isso é uma coisa geral aqui nos EUA: ninguém nos "empurrou" nenhum produto. No máximo, perguntam se precisamos de mais alguma coisa. E, mesmo depois de perguntar, olhar, fuçar, mexer e tal, se você disser que não vai levar, não tem cara feia, não tem aquela olhada torta. Terminam a venda, agradecem, falam "have a nice day" sorrindo e pronto.
Uma dica sobre as bolsas para câmeras: a BH tem a maior variedade. Na JR só tem uma meia dúzia de modelos. Na Adorama tem menos ainda. Mas na BH tem todas as marcas, modelos, cores, tamanhos e tipos. É tão divertido comprar a bolsa lá quanto comprar uma câmera!


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22 de abril de 2009

NYC 2009 - The Cloisters e The Metropolitam Museum



É uma parte do Met, que fica bem no norte da ilha de Manhattan, com boa parte da coleção de arte medieval. O legal de lá é que ele é feito com partes de castelos e mosteiros reais, trazidos da Europa. A maior parte de mosteiros franceses, que foram comprados por ricaços americanos e montados, peça a peça, em NYC, no início do século XX.

Para chegar ao The Cloisters é necessário atravesar um parque, o Tyron Park, que é muito bonito, por sinal. Nele vimos um castor, pertinho da estação de metrô.


Depois de andar alguns minutos, já se vê o mosteiro, no alto de um morrinho.

O preço da entrada é sugerido - U$ 20.00. Pagamos 10.

O lugar não é tão grande, dá pra ver tudo em 2 ou 3 horas, dependendo do seu interesse. Como em todos os museus que fomos aqui, este também traz uma infinidade de informações. Se quiser saber mais ainda, pode pegar o tour em áudio (um aparelhinho onde você vai digitando os códigos e uma gravação traz mais informações sobre o objeto ou lugar exposto).




Parece que essa coleção de tapeçaria de unicórnios é famosa. Eu nunca tinha ouvido falar, mas tá escrito no papel do museu que é famosta, então deve ser...



De lá, fomos para o Met (Nem precisamos pagar outra entrada. O broche que você pega no The Cloisters vale também para o Met).


THE METROPOLITAN MUSEUM OF ART (Met, para os íntimos)

Que museu impressionante!! Pelo tamanho, pela quantidade de obras expostas, pelo cuidado com os obejtos, com a organização, com tudo! Ficamos lá por mais de 4 horas e temos que voltar para ver o resto. Não deu nem pra ver todo o primeiro andar.

A parte de obras da antiguidade romana e grega é de cair o queixo. Muitas das coisas que eu só vi em livros estão lá!

Esculturas, vasos, pinturas, tapeçaria, armas, objetos do cotidiano... Tudo ao alcance da mão! Ou pelo menos das câmeras.

Ainda bem que fomos primeiro no Museum of Natural History, porque depois do Met, todo museu ia ficar meio caidinho...


Bruno, na entrada do Met:


Descobri que a humanidade retratou muitos e muitos cachorrinhos na arte que produziu. Olha esse... parece o Mac pedindo carinho.



Esse velhinho de cara safada parece que tá coçando alguma coisa...


Seção de armas e armaduras.


O Met fecha às 17h30 e não deu pra ver tudo. Vamos voltar outro dia pra terminar de ver.

De lá fomos aos teatros para pegar nossos ingressos. Fica num bairro bem legal, cheio de universitários e jovens maluquinhos. É também um bairro com vários peep shows...

Bem em frente ao teatro do Stomp, tem uma lojinha chamada Pommes Frites, que vende - ahan, você acertou - batatas fritas. A batata é uma delícia super calórica frita duas vezes e super crocante. Você pode escolher um molho dentre 25 tipos. É praticamente só um balcão, uma loja bem apertadinha. Nos fundos, tem 2 ou 3 micro mesinhas pra quem quiser comer lá.

Peça ao balconista para experimentar os molhos antes de escolher. Ele oferece uma meia dúzia de batatinhas com uns 4 ou 5 molhos pra você provar. Nós escolhemos o Pesto Mayo. Hmmmm!!!!


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NYC 2009 - Adorama, Frank Gehry, Staten Island e Century 21

Passamos a manhã na Adorama, uma outra loja de fotografia aqui perto. Tem algumas coisas mais baratas e outras mais caras, se comparada à BH ou à JR.
Mas ela tinha a lente e o flash que eu não tinha encontrado ainda. Se a sua idéia é comprar equipamento fotográfico, talvez seja bom pesquisar nessas três lojas.
Depois, eu quis ver de perto a sede da IAC (não sei o que é), que fica num prédio construído pelo Frank Gehry.
É lindo, lindo!
De longe, parece feito de tecido, como se fossem velas de um barco ao vento. De perto, parece mesmo um prédio coberto de açúcar. O cara é demais!



Na próxima foto, dá pra ver como é o vidro, cheio de bolinhas brancas.



Da IAC, fomos para o Chelsea Market, que é ali pertinho. No caminho, um restaurante chamado Naka Naka.



E o Chelsea Market era a antiga fábrica da Nabisco (Você sabia que isso é uma sigla para National Biscuit Company???). Transformaram-na num punhado de lojinhas charmosas, de confeitarias com cheiro de "hmmm...!", pequenos restaurantes e cafés.




Tinha cup cake até do Marânha!!




Daí, seguindo a dica do "Nova Iorque para Mãos de Vaca", pegamos o ferry de Staten Island pra ver a Estátua da Liberdade.



Achei decepcionante. É bem menor do que eu imaginava, ao redor dela tem um monte de navios com guindastes, enfeiando a paisagem, e um monte de barcos feios (daqueles que não tem cara de barco). A balsa é de graça e, chegando em Staten Island, desembarcamos, demos a volta rapidinho e pegamos a mesma balsa pra voltar.



Não tem muito o que fazer em Staten Island (tá cheio de cartaz implorando pra gente ficar lá, mas não nos convenceu).
Na ida, fique do lado direito pra ver a Estátua da Liberdade.


Saindo da estação da Staten Island Ferry pela esquerda, você já sai praticamente no Battery Park.



É um parque lindo! Tem um memorial pra soldados mortos, uma águia gigante, lista de navys que morreram e tal, mas o lugar é super agradável.


Tem banquinhos pra todo lado, o jardim é muito bem cuidado e a vista é linda. Caso esteja com fome, tem várias barraquinhas de lanche (tem até churros) e tem também um restaurante.


De lá, aproveitamos que estávamos perto e passamos na Century 21. É uma loja de descontos (tem coisas bem baratas mesmo), mas é cheia de turistas, bagunçada e enorme. Prepare-se física e psicologicamente para a batalha. Quando saímos da loja, lá pelas 20h, ela estava mais vazia. Talvez se chegássemos mais tarde, não enfrentássemos tanta muvuca.


Mas o esfoço traz recompensas: camisas de marca por U$ 20.00, lençóis de 600 fios por U$54.00 o conjunto, vestidos de grife por U$150.00 e assim vai.


Vi uma calça da Raulph Lauren por U$ 250.00. Tá achando caro? O preço original era U$ 1500.00!! Pra quem gosta de marcas, aqui é o lugar para encontra alguns tesouros por uma pechincha.


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20 de abril de 2009

NYC 2009 - Museum of Natural History

Hoje dedicamos o dia todo ao Museum of Natural History (www.amnh.org).

Como acordamos meio tarde, chegamos lá por volta das 11h.

Saindo da estação do metrô, você já dá de cara com a bilheteria. Foi uma boa surpresa, já que hoje choveu e fez um pouco de frio.

Compramos o ticket que dava acesso a todas as exposições especiais e a todos os outros eventos por U$ 32.00 por adulto. A entrada comum (general admission) não tem preço fixo, você paga quanto quer (o preço sugerido é de U$ 20,00).

Hoje, o ticket "x-tudo" dava direito à exposição de borboletas, um filme Imax, uma sessão do planetário e uma exposição sobre alteração climática.

Logo que entramos, vimos o Food Court (Praça de alimentação). Já que já era quase hora do almoço, aproveitamos pra comer. Que comida gostosa! Mas nada barata: U$ 50.00 meu almoço + almoço do Bruno.


Já vou falando logo: não vale a pena pagar para ver a exposição de alteração climática (parecia exposição de escola, só que com mais produção). O resto foi bem legal.

A boa surpresa foi a exposição das borboletas. Eu nem fazia questão de ir, mas foi bem legal. Ficam dezenas de borboletas voando numa sala-estufa de uns 100m2. É bem gostoso ficar lá no meio daqueles vôos delicados.



O filme Imax era sobre dinossauros e realmente tem uma definição incrível.

E o mais legal foi o Planetário. A sessão de hoje era sobre colisões. Asteróides colidindo com planetas, galáxias com galáxias... Um show de imagens e de informação.


Perto do Planetário, tem uma sessão só de meteoritos. Lá, está exposto o Cape York Meteorite, de 4,5 bilhões de anos (tem a idade da Terra!!!). Tem 31 ton (nem é tão grande, veja a foto abaixo) e, por isso, tiveram que construir uma base só pra ele, com uma fundação que atravessa os andares abaixo e se firma vários metros pra dentro do solo).


O resto do museu é dividido em diversas grandes salas. Algumas parecem ser novinhas, enquanto outras devem ter sido montadas décadas atrás.

É tudo bem arrumado e conservado, mas o Museu de Toronto (ROM), por exemplo, é muito melhor.

As salas sobre dinossauros são muito legais, com esqueletos gigantes, muitos painéis com informações e várias imagens reproduzindo como deveria ser naquela época.


Como chegamos tarde e fomos em todas as atrações especiais, não tivemos muito tempo pra passear pelo Museu todo. Mas uma das partes mais interessantes foi a dos povos, com maquetes e reconstituições da vida de várias culturas.

A produção não é lá uma brastemp (de novo, no ROM é melhor - bem melhor), mas o banho de informações é enorme.


Com certeza, esse foi um passeio que valeu a pena.


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